Hoje é dia de “São” Jorge. Pode parecer estranho um
agnóstico celebrar o dia de um santo, mas há uma explicação. Antes de ser
agnóstico (e por contrassenso que isso pareça), sou devoto de Francisco de
Assis e Jorge vem em segundo lugar. Acontece que eu vejo os santos como vejo
vários que tomo por heróis ou exemplos, gente do quilate de Che Guevara,
Prestes, Gandhi e o próprio Jesus. São todos homens de grandes feitos que,
graças a eles, a igreja canonizou. Eu os vejo como grandes homens que são. Por
isso os reverencio. Salve Jorge.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
E retomando a Gaby Amarantos de ontem, ao ouvir uma música e
atentar à letra (hábito meu), a da novela, um verso ficou na minha cabeça: Ex
my love, se botar teu amor na vitrine não vai valer nem 1.99”. Fraquinho, meio
esdrúxulo, nada camoniano... Mas o que difere esse verso de “E só eu que podia,
dentro da tua orelha fria, dizer segredos de liquidificador”? O simples fato de
ter sido escrito pelo poeta (que eu adoro bagarai) Cazuza?
(Vettel, Alonso e Hamilton indo pra galera... Oh, wait!)
Esses países árabes cheios de petróleo, dinheiro e extravagâncias, não se engane, são quase todos ditaduras despóticas cujo governo se move por uma aristocracia caduca ou por razões religiosas. Um deles, o Bahrein, tem sido palco de verdadeira guerra civil com interferência externa flagrante. É nesse cenário caótico revoado por coquetéis molotov onde se dará a quarta etapa do campeonato de Fórmula 1. O reflexo dos conflitos já respingou no “circo”. Mecânicos foram agredidos nessa quinta feira. A opinião internacional foi consensual em dizer que a corrida, como no ano passado, deveria ser cancelada. Em nome dos dólares em jogo, a segurança ficou em segundo plano e pneus cantarão no deserto. Risco altíssimo e desnecessário assumido por Bernie Ecclestone, o menos propenso a qualquer ameaça. No momento muito mais urgente é alcançar a calmaria político-social que mototores. Infelizmente, uma minoria com poder de transgredir o bom-senso discorda e o faz sem remorsos.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Quando se fala bem demais de alguém ou alguma coisa, eu procuro conhecer com um pé atrás. Com a nova novela das sete (interessantinha) que tem a incensada GABY AMARANTOS como tema de abertura resolvi ouvir a tal "Beyoncée do Pará". Ela não é ruim, mas me fez pensar em como a mídia cria mocinhos e vilões. A dita canta algo bem parecido com a sua conterrânea Joelma, apedrejada como o que há de mais entojado no mundo*. No fim as duas nada mais são que o som popular (brega como dizem os "cultos") com roupagens semelhantes, uma mais regional (calipso é um estilo caribenho que ressoa no Pará) ainda que macaqueado e a outra com produção e uma pitada eletrônica modernete. Não são ruins, há coisa muito pior, mas fora os rugidos a la Elza Soares da Gaby Amarantos, a um leigo não teria muita diferença.
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